Justiça de MG mantém a prisão do ex-atacante do Galo e Seleção por atraso na pensão alimentícia de um dos filhos
O ex-atacante Jô, artilheiro do Atlético na Libertadores de 2013, vai continuar preso. Ele passou por audiência de custódia nesta segunda-feira (15/6) após ser preso em uma boate no bairro Castelo, na região da Pampulha, em Belo Horizonte, na madrugada desse domingo (14/6).

Segundo boletim de ocorrência, Jô foi preso após um mandado de prisão expedido pela Justiça de São Paulo. A polícia mineira recebeu informações que o ex-jogador estava no local, foi até o estabelecimento e realizou a prisão.
A reportagem apurou que o mandado foi expedido pela 3ª Vara de Família em Itaquera em 13 de janeiro deste ano. No processo, os endereços de Jô constavam uma casa em condomínio no Rio de Janeiro e um apartamento em São Paulo. O valor da dívida de pensão alimentícia, atualizado em junho do ano passado, era de R$ 145,4 mil. O prazo da prisão é de 30 dias.

Nesta segunda-feira, a juíza Cirlaine Maria Guimarães, da Central de Audiência de Custódia de Belo Horizonte, avaliou a legalidade da prisão e a ausência de violação de direitos do ex-jogador. A magistrada determinou que a prisão fosse comunicada à 3ª Vara de Família e Sucessões de Itaquera, em São Paulo.
A assessoria do Fórum Lafayette explicou que o processo será remetido para Itaquera. Dessa forma, a Justiça paulista vai decidir sobre os próximos passos do caso.
Quinta prisão
Essa é a quinta vez em que Jô é preso por não pagar pensão a diferentes filhos. O último caso tinha sido em novembro do ano passado, quando ele foi detido no Rio de Janeiro, após a Justiça constatar 12 meses de atraso no pagamento da pensão alimentícia de um dos seus filhos.
Com informações do Jornal O Tempo