Após publicação de reclamações de ambientalistas sobre suposta instalação de torres de energia antes da audiência pública, a Engie Brasil Energia presta esclarecimentos
Nota de esclarecimento
A ENGIE Brasil Energia, responsável pelo Sistema de Transmissão Asa Branca, vem por meio desta prestar os seguintes esclarecimentos:
Na presente data, fomos contactados pela redação do Portal de Notícias Radar Vale do Mucurí, ao qual tiveram a hombridade de nos conceder este espaço para que possamos prestar esclarecimentos sobre uma matéria publicada neste canal em data anterior, onde ambientalistas reclamam de um suposto adiantamento de serviços e instalação de torres de transmissão de energia, antes da realização da audiência pública programada para esta data, 29/01/2025.
Em relação às imagens que ilustram a matéria, vimos esclarecer que as torres em instalação que aparecem nas imagens não pertencem a esta empresa, (Engie Brasil Energia).
Nossas instalações se iniciarão após os trâmites propostos na nossa programação, que foi devidamente e amplamente divulgadas em material impresso e em veículos de comunicação da região.
Ademais, em cumprimento às suas obrigações legais e no Plano de Trabalho aprovado pelo órgão licenciador, o IBAMA, bem como seu compromisso com a transparência com as comunidades das quais faz parte, a Companhia realiza hoje (29/01/2025) a Audiência Pública em Nanuque, em Minas Gerais, estado no qual as obras não foram iniciadas, estando o projeto em fase de Licença Prévia.
Arrematado no Leilão de Transmissão 01/2023, promovido pela Aneel em junho 2023, o projeto contará com cerca de 1.000 quilômetros de extensão entre os estados da Bahia, Minas Gerais e Espírito Santo, e com a ampliação de cinco subestações associadas.
O início das obras do projeto Asa Branca se deu em outubro de 2024, na Bahia, apenas no trecho entre as subestações que ficam nos municípios de Cafarnaum e Poções, cuja licença de instalação foi emitida pelo INEMA.
O Sistema de Transmissão Asa Branca fortalecerá o Sistema Interligado Nacional, evitando sobrecarga e subtensão nas linhas de transmissão existentes, reforçando a interligação entre Nordeste e Sudeste para escoamento da energia das fontes renováveis.
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