Eduardo Bolsonaro sobre disputa presidencial: “Me sacrificaria”

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O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) passou a ser visto como um possível substituto de Jair Bolsonaro na corrida presidencial de 2026, figurando entre os nomes da direita para a disputa. O parlamentar mantém o discurso de que a inelegibilidade do ex-presidente pode ser revertida, mas, caso o pai não consiga concorrer, afirmou que “se sacrificaria” para entrar na disputa.

Eduardo Bolsonaro foi apresentado por Steve Bannon, um dos principais estrategistas da direita norte-americana, como o “futuro presidente do Brasil” diante de apoiadores de Donald Trump em evento que antecedeu a posse do presidente norte-americano.

“Vejo esses comentários como elogio, mas meu plano A, B e C segue sendo Jair Bolsonaro. Mas, se ocorrer, se for para ser o candidato com ele escolhendo, eu me sacrificaria, sim”, afirmou ao jornal O Globo.

Ainda conforme o deputado, no Brasil, a direita se consolidará em torno do nome de Jair Bolsonaro ou de um candidato por ele indicado nas eleições presidenciais.

Comparação com Trump

“Na caminhada do Trump, outros nomes também se lançaram, foram para as prévias, mas no final das contas todos apoiaram a principal liderança, que era o Trump. No Brasil, os candidatos da direita vão apoiar Bolsonaro, que certamente será o candidato. Espero que tenha ciência do risco de o PT seguir no poder”.

Sobre a possibilidade do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) ser o nome da direita para 2026, Eduardo acrescentou: “Se Bolsonaro mandar, eu apoio qualquer um. Não vou contestar a liderança dele”.

Barrado na posse ?

O deputado também rebateu a informação de que teria sido barrado do evento principal na posse de Trump.

“Fomos tratados com toda a deferência possível, mas as pessoas parecem querer que sejamos convidados para dormir na Casa Branca. A gente tinha a entrada para (a cerimônia de) juramento do Trump, estávamos bem posicionados. Mas, por uma questão de segurança e meteorologia, mudaram o local. Nem mesmo os deputados americanos podiam entrar com convidados. Estavam apenas chefes de estados e ex-presidentes”, afirmou.

Fonte: O Antagonista