Homem acusado de espancar violentamente uma mulher no bairro Vila Nova em Nanuque, é denunciado a justiça por “Feminicídio”

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O Ministério Público do Estado de Minas Gerais, por meio da Promotoria de Justiça da Comarca de Nanuque – MG, ofereceu denúncia em desfavor de Joel Ferreira dos Santos de 42 anos de idade, vulgarmente conhecido por “Joelão” pela suposta prática de “Feminicídio” e/ou homicídio tentado, em desfavor de uma mulher no bairro Vila Nova.

“Joelão” foi denunciado a justiça por espancar violentamente uma mulher durante o consumo de bebidas alcóolicas em uma residência na rua Amazonas no bairro Vila Nova em Nanuque. Segundo informações de testemunhas, a vítima e o suspeito consumiam bebidas alcoolicas no local, em determinado momento o denunciado teve um ataque de fúria aparentemente por motivos banais, desferindo socos, chutes e tijoladas em desfavor da vítima, que foi socorrida inconsciente em estado grave e encaminhada ao Pronto Socorro local.

Após registro do caso, a Delegacia de Atendimento a Mulher (Deam) de Nanuque iniciou as investigações, e, após constatar que havia indícios mínimos de autoria, representou pela prisão preventiva do autor. Após manifestação do Minifestação favorável do Ministério Público, a Justiça Criminal acolheu o pedido e expediu o mandado de prisão preventiva que foi cumprido na data de 19 de setembro de 2025.

Histórico Violento

Segundo informações da polícia, Joel Ferreira dos Santos – (Joelão), possui histórico de extrema violência em desfavor de quase todas as mulheres que se envolveram. Consta em seu desfavor cerca de 06 registros de agressão física em desfavor de mulheres do seu convívio, dois casos, foram registrados como homicídio tentado, devido ao ato de violência e crueldade praticado pelo autor.

Ademais, consta em seu desfavor registros de suposto envolvimento em tráfico de drogas e furto qualificado na comarca de Nanuque.

Possível sentença condenatória

Em relação ao caso recente, se o denunciado for pronunciado após audiência de instrução e julgamento, o caso será levado a jurí popular, se for condenado, poderá ser sentenciado a uma pena que varia dos 12 a 30 anos de prisão, que poderá ser aumentada se for condenado nos outros casos de violência em andamento, assim, ocorrerá a unificação das penas e o indivíduo ficará em cárcere por um prazo ainda a ser definido pela justiça.