Igreja Adventista realiza cerimônia de batismo no Presídio de Nanuque-MG

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Na última quinta-feira (26/06), a Igreja Adventista do Sétimo Dia realizou uma cerimônia de batismo no âmbito do Presídio de Nanuque, no Vale do Mucurí Mineiro.

A cerimônia religiosa contou com a participação da direção da unidade, gerência da socialização e produção e equipe de segurança.

O trabalho de evangelização é reconhecido nacionalmente como um importante auxílio para a ressocialização, visto que, de acordo com estatísticas realizadas pelo Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN), o reeducando que adere ao projeto de ressocialização através da religiosidade, tem maior índice de recuperação e menor de reincidência. No Presídio de Nanuque, além do projeto de evangelização, os indivíduos privados de liberdade contam com acompanhamento da assistência social, atendimento médico ( Clínico Geral) – odontológico – psicológico e psiquiátrico.

Ademais, a unidade prisional de Nanuque firmou parceria com a Administração Pública Municipal (Prefeitura) e Polícia Militar, que utilizam a mão de obra carcerária em serviços de higienização e limpeza no Quartel da Polícia Militar e em ruas e praças da cidade de Nanuque.

Eles realizam tarefas muito importantes para o município, e ainda fazem parte de uma ação social de inclusão”.

Explicou o Diretor Ajunto; João Batista Bitencourt

O diretor do Presídio de Nanuque pontuou ainda, que a parceria entre a Polícia Penal- Polícia Militar e administração Pública Municipal é um fomento às atividades de ressocialização realizadas no presídio. “A atividade laboral, no âmbito da execução penal, vista como dever social e condição de dignidade humana, é crucial na preparação para a reinserção social dos indivíduos privados de liberdade”, ressaltou.

Rigor

Para ir às ruas da cidade, os detentos precisam ser aprovados pela Comissão Técnica de Classificação (CTC) do Depen-MG. Trata-se de uma equipe multidisciplinar composta por profissionais das áreas de segurança, saúde, jurídica e psicossocial da unidade prisional.

Além da CTC, o histórico do cumprimento da pena é verificado pela Vara de Execuções Penais da comarca de Nanuque, após a verificação, a juiza corregedora da VEP Dra. Lílian Lícia Caetano autoriza o trabalho externo.

“Até hoje, tivemos apenas um registro de evasão no curso da execução dos trabalhos realizados pelos detentos contemplados, e nenhum problema de conduta dos presos nessas atividades fora do presídio. Eles foram orientados e sabem das suas obrigações, visto que, caso se envolvam em conduta transgressora, além das consequências de uma eventual regressão de regime, ainda poderão responder criminalmente por suposto envolvimento em novo crime.

Ressaltou o diretor